Blog do Radialista

O ponto de encontro do profissional da radiodifusão

Curso de Música

O curso é fundamental para quem trabalha com Música, mesmo que indiretamente (que nao são musicos)

Entre tais, posso citar Radiaslistas, Produtores Musicais, Profissionais da Dança e do Teatro

O conteúdo trata de noções básicas da estrutura e funcionamento da música. Temas como ritmo, melodia, harmonia, gêneros musicais, grupos instrumentais, composição, arranjo, escrita tradicional entre outros fazem parte das aulas dadas, que alternam entre teóricas e práticas.

Silvia de Lucca é Mestre em Artes pela USP, e fez Especialização em Composição na Suiça Já leciona esse curso há anos! (no blog há alguns depoimentos de ex alunos)

A docente tem interesse principalmente em fomentar a audição e o conhecimento musical de modo consciente, num país cuja população sabidamente já possui intensa musicalidade, porém ainda um tanto intuitiva. O curso será em Pinheiros (SP) e está com duas turmas abertas. LOCAL – http://www.albericorodrigues.com.br/

Uma turma de férias, com encontros pela tarde. E uma turma para Agosto, Setembro, com encontros noturnos.

MAIS INFORMAÇÕES: http://cursoeuadoromusica.blogspot.com/

junho 15, 2011 Posted by | Eventos | | Deixe um comentário

Brasil Rádio Show

maio 17, 2011 Posted by | Eventos | | Deixe um comentário

Encontro com Locutores – Senac/SP

março 25, 2011 Posted by | Eventos | , | Deixe um comentário

História do Rádio no Brasil

1922 – Realiza-se no dia 7 de setembro a primeira transmissão radiofônica oficial no Brasil, como parte das comemorações do Centenário da Independência. A Westinghouse Electric, junto com a Companhia Telefônica Brasileira, instala no alto do Corcovado, no Rio de Janeiro, uma estação de 500 W, inaugurada com um discurso do presidente Epitácio Pessoa . Seguem-se emissões de música lírica, conferências e concertos, captados pelos 80 aparelhos de rádio distribuídos pela cidade. Após as festividades, as transmissões são interrompidas.

1923 – O governo brasileiro monta, na praia Vermelha, no Rio de Janeiro, uma estação de rádio que transmitia, em condições precárias, programas literários, musicais e informativos. Roquette Pinto e Henrique Morize criam a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, que apresentava programas educativos e culturais. Influenciadas por ela, são fundadas rádios amadoras em várias partes do país, como a Rádio Clube Paranaense, a Rádio Clube de Pernambuco, a Rádio Sociedade Rio Grandense, a Rádio do Maranhão, a Rádio Sociedade Educadora Paulista e a Rádio Clube de Ribeirão Preto. Todas nascem como clubes e sociedades e, como a legislação proibia a publicidade, são sustentadas por seus associados. Curiosamente essas rádios tinham, na época, a mesma estrutura hoje atribuída às rádios comunitárias. O rádio começou no Brasil, como epreendimento da sociedade civil organizada.

1932 –Waldo de Abreu cria os primeiros anúncios de rádio no Esplêndido Programa, da Rádio Clube do Brasil do Rio de Janeiro. O governo Getúlio Vargas permite a publicidade no rádio. Sustentadas pelo dinheiro dos anúncios, as emissoras passarão a ser regidas por interesses comerciais (de seus anunciantes) e não mais de seus associados que outrora a sustentavam. As rádios perdem o caráter de “associação”. Nesse mesmo ano Locutores paulistas usam o rádio como instrumento para conseguir a adesão popular à Revolução Constitucionalista de 1932.

1935 – Inauguração da Rádio Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro. Instituição do programa oficial do governo de Getúlio Vargas , a Voz do Brasil, transmitido até hoje. A Rádio Kosmos, de São Paulo, cria os primeiros programas de auditório, que permitem a participação do público. Surgem os primeiros ídolos do rádio: Linda Batista, Araci de Almeida, Francisco Alves, Carmen Miranda, Orlando Silva, Sílvio Caldas , entre outros. A primeira a possuir uma equipe jornalística.

1936 – Inauguração da Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, a primeira grande emissora brasileira, líder de audiência durante duas décadas.

1937 – Assis Chateaubriand inauguara a Rádio Tupi de São Paulo. A cantora Linda Batista é eleita a “Rainha do Rádio”.

1938 – Orson Welles aproveita a interpretação e a imaginação do rádio para narrar uma realista invasão de marcianos colocando centenas de pessoas em pânico nos EUA.

1941 – A Rádio Nacional lança o Repórter Esso primeiro radiojornal brasileiro, que ia ao ar na voz de Heron Domingues . Em Busca da Felicidade, a primeira radionovela brasileira, é transmitida pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

1944 – Inauguração da Rádio Globo, do Rio de Janeiro.

1948 – Inicia-se a fase áurea dos programas de auditório, quando despontam cantoras como Emilinha Borba e Marlene e sua histórica rivalidade.

1956 – Invenção do transmissor que permitiu a fabricação de rádios menores que iam a qualquer lugar. O rádio se torna mais companheiro com essa mobilidade.

1959 – O rádio inicia a corrida para o jornalismo ao vivo dado o grande sucesso das reportagens de rua, ao vivo, e das entrevistas fora dos estúdios.

1962 – Primeira transmissão Via Satélite

1966 – Surge o som estéreo.

1968 – Fim do Repórter Esso. O locutor Gontijo Theodoro ficou à frente do Repórter Esso por 18 anos, 9 meses e 10 dias. Com sua voz possante e dicção perfeita, Gontijo Theodoro , às 8 horas da noite, em ponto, dava o seu “Boa Noite” e passava a informar só notícias confirmadas. Sua credibilidade era tanta, que houve um tempo em que se dizia: “Se o Repórter Esso não deu, não aconteceu”.

1970 – Surgimento das primeiras emissoras de freqüência modulada (FM) do país.

1975 – A Rádio Globo se consagra nas transmissões de partidas de futebol.

1977 – Inauguração da Rádio Cidade FM, no Rio de Janeiro, líder de audiência nadécada de 80. Nomes como Eládio Sandoval, Fernando Mansur, Romilson Luís, Paulo Martins, Sérgio Luís e Jaguar fazem escola em FM sob a coordenação de Carlos

1982 – A Rádio Fluminense FM, mais conhecida como “Maldita”, criou uma nova linguagem de locução nas FMs. Era a Rádio Rock!. Na época do primeiro Rock in Rio, estava entre as cinco mais ouvidas regularmente.

1991 – Com o slogan ” A rádio que toca notícia “, o Sistema Globo de Rádio inaugura a Central Brasileira de Notícias (CBN-AM), com 24 horas de informações.

1996 – Lançamento da CBN-FM São Paulo, primeira rádio só de notícias em freqüência modulada. O governo envia ao Congresso projeto de lei que prevê a regulamentação do funcionamento das rádios comunitárias.

1997 – O percentual de domicílios brasileiros com aparelhos de rádio chega a 90,3%, contra 84,9% em 1992, segundo o IBGE. Na Região Sul, o índice é de 94,8%; na Sudeste, 94,3%; na Centro-Oeste, 87,2%; e na Nordeste, 83,3%.

2000 – Começam a ter destaque as rádios virtuais pela Internet. Entra em atividade a RadioClick do Sistema Globo de Rádio.

2005 – No ano em que o rádio comemora 83 anos de transmissão analógica no Brasil, as principais emissoras do país começam a testar a difusão digital de sua programação. A tecnologia é testada por parte das emissoras dos grupos Eldorado, Bandeirantes, Jovem Pan, RBS e Sistema Globo de Rádio.

março 19, 2011 Posted by | História | | Deixe um comentário

História da Radiodifusão

Linha do Tempo

24 de maio de 1844 – Samuel F. B. Morse envia a primeira mensagem a distância através do telégrafo. O primeiro sistema de comunicação de longa distância que o mundo conheceu.

1850 – O alemão Daniel Ruhmkoff inventa um aparelho capaz de transformar baixa tensão de uma pilha em alta tensão: surge o primeiro emissor de ondas eletromagnéticas.

1853 – O físico australiano Julius Willheim Gintl prova ser possível enviar várias mensagens simultaneamente por uma única linha telegráfica.

1867 – O alemão Siemens cria o dínamo.

1875 – Surge o primeiro serviço permanente de notícias por cabo. No mesmo ano, Alexandre Graham Bell inventa o transdutor magnético, ou microfone.

1877 – Emile Bertiner torna o microfone um equipamento personificado e Thomas A. Edison registra som em cilindros.

1893 – O padre e cientista brasileiro Roberto Landell de Moura realizou a primeira transmissão falada, sem fios, por ondas eletromagnéticas. Sua experiência mais importante – praticamente desconhecida do mundo – foi em São Paulo, quando transmitiu por telegrafia sem fio do alto da avenida Paulista para o alto de Sant’Ana. Todos os equipamentos usados forma inventandos pelo próprio Landell de Moura, com patentes registradas no Brasil em 9 de março de 1901.

1904 – Landell registra a patente do Transmissor de Ondas, do telefone sem fio e do telégrafo sem fio nos EUA.

1905 – A Marinha de Guerra do Brasil realizou várias experiências com a telegrafia por centelhamento no encouraçado Aquidabã.

1895 – O russo Aleksandr S. Popov inventou uma antena capaz de receber frequências baixas, na faixa de 30kHz. No mesmo ano, próximo à região da Bolonha, na Itália, Guglielmo Marconi conseguiu realizar o que ficou conhecido como a primeira transmissão de sinais sem fio por uma distância de primeiro 400 e em seguida 2 mil metros.

2 de junho de 1896 – O italiano Marconi registra, na Inglaterra, uma patente para um sistema de comunicações sem fio, que mais tarde usa para receber e transmitir sinais em código Morse em um raio de até 3km de distância.

1899 – Realizada uma transmissão de 42km entre dois crusadores franceses equipados com o dispositivo Ducretet/Popov. Mais tarde, em 28 de março do mesmo ano, Marconi vai mais longe e faz uma transmissão através do Canal da Mancha enviando sinais de Dover para Wimereux.

1900 – Marconi consegue a patente por um processo que permite ao operador do equipamento selecionar um comprimento específico de onda. Em fevereiro deste ano surge a primeira estação comercial, localizada na ilha alemã de Borkum.

1901 – Marconi realiza a primeira transmissão transatlântica. Usando o código Morse, o cientista consegue transmitir entre Poldhu na Comualha britânica e St. John, Newfoundland.

1903 – Criada a Telefunken, com a união da Siemens e da Allgemeine Elektizitats Gesellschaft. Também neste ano, Gustave Ferrie instala uma estação de telégrafo de longa distância na Torre Eiffel, o que permite que o London Times e o New York Times recebam informações sobre o andamento da guerra entre a Rússia e o Japão. Ainda não era possível transmitir sons, apenas sinais.

1904 – O inglês John Fleming inventa o diodo, uma válvula iônica de dois eletrodos que possibilita finalmente a transmissão do som. Imediatamente, uma estação de radiotelégrafo é construída na costa Adriática, no principado de Montenegro.

1905 – Criado o Ato do Telégrafo Sem Fio (Wireless Telegraph Act), no Canadá, que estabelece regras para a obtenção de licença para a telegrafia. No mesmo ano, ocorre a primeira comunicação sem fio da Espanha, realizada entre El Ferol del Caudillo e La Coruña. Neste ano, são descobertas as propriedades da galena (lead sulphide) como detector de sinais radioelétricos.

1906 – O norte-americano Reginald Fessenden constrói o primeiro alternador de altafrequência e realiza a transmissão da voz humana pelo rádio. Em 25 de outubro, Lee de Forest patenteia, nos Estados Unidos, o triodo – uma válvula de três eletrodos que permite a detecção, transmissão e amplificação dos sinais de rádio.

1908 – O rádio descobre sua vocação de prestação de serviços, com a adoção do sinal SOS, de socorro, internacionalmente.

13 de janeiro de 1910 – A tripulação de um navio em alto mar – a 20km da terra firme – consegue ouvir a voz famosa do tenor italiano Enrico Caruso graças a uma transmissão do Metropolitan Opera House, em Nova Iorque.

1913 – Surge a Wireless Society de Londres, na Inglaterra, que se tornaria mas tarde a Radio Society da Grã-Bretanha.

1915 – Surgem na Alemanha as primeiras transmissões internacionais de programas diários de notícias.

1920 – Surgem, na França, os primeiros rádios a pilha, vendidos com outra inovação: fones de ouvido. Neste período, o jornalismo ocupa parte importante da programação, ganhando um caráter de seriedade econômica depois que a Holanda lança moda ao começar a transmitir o movimento da bolsa de Amsterdam mesclado com noticiário econômico.

1922 – Já existem estações de rádio com programações regulares em quase todo o mundo, incluindo aí a Argentina, Canadá, União Soviética, Espanha e Dinamarca. Em 7 de setembro do mesmo ano, o discurso do presidente da República, Epitácio Pessoa, em comemoração ao centenário da independência do Brasil é transmitido via rádio, trata-se da primeira transmissão oficial pelo novo veículo de comunicação. Foram importados 80 receptores de rádio especialmente para o evento. Em outubro, nasce a britânica BBC (Britsh Broadcasting Company), em paralelo com as primeiras estações de rádio em Shangai, na China, e em Cuba.

1923 – A Itália nacionaliza o rádio por decreto real. Ainda em 1923, a França segue o exemplo e transforma o rádio em monopólio estatal. Edgard Roquete Pinto – considerado pai do rádio brasileiro – e Henry Morize fundam, em 20 de abril, a primeira rádio brasileira: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, criada para atuar sem fins comerciais. Enquanto o Japão termina e regulamenta as leis de funcionamento do rádio optando por banir a publicidade neste meio de comunicação.

1924 – Suécia cria o modelo de estação de rádio sem anúncios e com um propósito claramente educativo.

1926 – No Japão, a criação da NHK (Nippon Hoso Kyokai) institui o monopólio no país – a companhia acaba incorporando as rádios privadas existentes. Nesta mesma época, no Brasil começa a operar a Rádio Mayrink Veiga, no Rio de Janeiro.

1929 – O Vaticano cria sua primeira rádio, que foi oficialmente inaugurada em 1931.

1934 – Criada a SARBU (South American Radio Broadcasting Union), entidade que reúne o países latinoamericanos.

1935 – Brasil, Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai assinam tratado de cooperação técnica em radiodifusão.

1932 – O Decreto nº 21.111, de 1º de março, que regulamentou o Decreto nº 20.047, de maio de 1931, primeiro diploma legal sobre a radiodifusão define o rádio como “serviço de interesse nacional e de finalidade educativa”. No mesmo ano, o Decreto nº 21.111, autoriza a veiculação de propaganda pelo rádio, tendo limitado sua manifestação, inicialmente, a 10% da programação.

1935 – A Rádio Jornal do Brasil, do Rio de Janeiro, cria vários programas de notícias.

1936 – É fundada a brasileira Rádio Nacional do Rio de Janeiro, que foi a primeira em audiência por mais de vinte anos.

30 de outubro de 1938 – Orson Welles vai ao ar deixando milhares de pessoas em pânico com a certeza de que a Terra estaria sendo invadida por extraterrestres com a transmissão de Invasão dos Mundos, peça do escrito H.G. Wells.

1939 – A Alemanha da Hitler proíbe a audiência de rádios estrangeiras. O segundo passo ocorre em 1940, quando as rádios alemãs passam a transmitir a mesma programação de caráter ultra-nacionalista, já totalmente sob o domínio nazista. O presidente francês General Charles de Gaulle também usa o rádio como instrumento de mobilização ao apelar para que os franceses resistam aos ataques alemães pela BBC em Londres.

1940 – O Decreto-Lei nº. 2.073, do presidente da República, Getúlio Vargas, criou as Empresas Incorporadas ao Patrimônio da União, que entre outras encampou a Rádio Nacional, de propriedade do grupo A Noite. Em 1938, inaugurou-se o programa “A Hora do Brasil”.

1941 – Surge o Repórter Esso, criado pela Rádio Nacional, durante a II Guerra Mundial. O programa ficou no ar até 1968.

1942 – Criado o Grande Jornal Falado Tupi, da Rádio Tupi, de São Paulo. A Rádio Nacional do Rio de Janeiro leva ao ar a primeira radionovela: “Em busca da felicidade”.

1944 – A resistência é avisada, por intermédio da mensagens codificadas, de um iminente desembarque dos aliados na Normandia, no famoso Dia D.

15 de agosto de 1945 – O imperador do Japão anuncia a rendição do país, por rádio, depois das bombas nucleares de Nagasaki e Hiroshima. No mesmo ano, o controle governamental sobre o rádio no Japão é abolido.

1946 – Surgem os gravadores de fita magnética. O início da substituição das válvulas retificadoras por retificadores de selênio, material semicondutor em estado sólido muito menos propício a queimar do que as velhas válvulas a vácuo.

1954 – Chega o Regency TR1, primeiro rádio transistorizado do mundo, lançado nos EUA.

1985 – A japonesa Sony desenvolve um rádio do tamanho de um cartão de crédito.

1990 – Criada a Rede Bandeirantes de Rádio, a primeira do Brasil a operar via satélite com 70 emissoras FM e 60 AM em mais de 80 regiões do País.

2002 – Aprovada emenda constitucional que permite que empresas de comunicação sejam de propriedade de pessoas jurídicas e permite a entrada de capital estrangeiro no setor.

Fonte: Ministério das Comunicações

março 19, 2011 Posted by | História | | Deixe um comentário

Embrasec realiza evento relacionado à radiodifusão em maio

A Embrasec, editora especializada em radiodifusão e eventos vai realizar um grande evento voltado ao mercado de radiodifusão. O Brasil Rádio Show acontece entre os dias 17 e 19 de maio no Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista, em parceria com a empresa AES Brasil.O evento terá discussões sobre os principais temas que envolvem a comunicação, capacitação, tecnologias e negócios que envolvem o rádio. O evento será voltado para empresários, profissionais e participantes do meio acadêmico ligados ao rádio.Paralelamente ao Congresso, haverá uma feira destinada à exposição de equipamentos e serviços. O objetivo da exposição é apresentar as novidades dos setores, desenvolvendo network entre expositores, congressistas, visitantes (empresários e profissionais) e estudantes.
Fonte: http://www.tudorádio.com

março 18, 2011 Posted by | Eventos | , | Deixe um comentário

Governo pode rever limites de potência e altura de antenas de rádios comunitárias

O secretário executivo do Ministério das Comunicações, Cézar Alvarez, se reuniu com representantes da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço) para discutir reivindicações do setor. Alvarez tomou conhecimento das principais questões levantadas no 7º Congresso Nacional da Abraço, que ocorreu esta semana em Brasília. Foi a primeira vez em 14 anos que o governo federal estabeleceu um canal de diálogo com a associação e o tom foi de conciliação. “Há uma determinação expressa da presidenta Dilma Rousseff ao ministro [do Planejamento] Paulo Bernardo no sentido de trabalhar a relação com rádios comunitárias – com a Abraço em particular como uma das maiores [entidades representativas] do setor – dentro de uma qualificação da radiodifusão como um todo”, disse Alvarez.
O secretário garantiu que as rádios comunitárias terão espaço no Ministério das Comunicações, mas não definiu nada sobre a criação de uma subsecretaria para atender o setor. A proposta de criação de uma subsecretaria foi aprovada na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), em dezembro de 2009.
Apesar da indefinição quanto à subsecretaria, Alvarez garantiu que os radiodifusores comunitários terão espaço na elaboração do marco regulatório da comunicação. “Ele ainda está em fase de estudo no Executivo e ainda tem muitas etapas de debate com a sociedade e com o Legislativo antes de ser implementado”.
Uma das principais reivindicações que surgiram durante a reunião é o tratamento diferenciado da potência e da altura das antenas das rádios comunitárias, atendendo a variações urbanísticas e de relevo das cidades. Segundo a Lei da Radiodifusão Comunitária, a potência das rádios é limitada em 25 watts e a antena não pode superar 30 metros de altura. A Abraço pede uma potência dez vezes maior. Alvarez admitiu que a questão pode ser discutida. “Temos que trabalhar com essa questão da diversidade social e regional do Brasil”, afirmou.
Os representantes da Abraço também cobraram medidas para que a verba de publicidade do governo também seja distribuída às rádios. O representante do ministério disse não ter uma posição sobre o assunto, mas prometeu estudá-lo.
Entre as reivindicações estão ainda a discriminalização das rádios comunitárias, o fim das ações de agentes de fiscalização e policiais nas emissoras e anistia de multas e, também, para quem foi condenado por botar no ar uma rádio sem amparo legal. “No Rio de Janeiro, é preciso deixar de tratar as rádios comunitárias em favelas como se estivessem a serviço dos traficantes”, disse o delegado fluminense Adel Moura.
O secretário executivo do ministério pediu que as denúncias sejam relatadas com documentação completa para averiguação de responsabilidades. Uma nova reunião com os radiodifusores comunitários deve acontecer.
Fonte: Agência Brasil

março 18, 2011 Posted by | Comunitárias | | Deixe um comentário

Ministro das Comunicações vai concentrar esforços no setor de radiodifusão

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou recentemente que pretende dar atenção especial ao setor de radiodifusão. O anúncio foi feito durante o Seminário de Políticas de Telecomunicações. Uma das propostas, segundo o ministro, é melhorar o desempenho do setor, sobretudo das rádios, uma vez que existem milhares de processos defasados. Para que a modernização do setor entre em pauta, Bernardo afirmou que será preciso agilizar a tramitação dos processos e das novas outorgas de emissoras, minimizando os entraves burocráticos.
O ministro aproveitou, ainda, para reiterar sua defesa a um tratamento mais ágil e transparente para as rádios comunitárias. Ainda na pauta do ministério, figura a intenção de impulsionar o processo de instalação da TV Digital no país. De acordo com Paulo Bernardo, o tema ainda precisa ser discutido e coordenado pela Casa Civil, para que então retorne para o Minicom.
“Vamos fazer um grande esforço para melhorar o nosso desempenho. Milhares e milhares de processos, uma forma muito defasada de tratar. Uma emissora de rádio tem uma demanda de aumento de potencia e de outra de mudança de endereço elas geram dois processos no Ministério”, disse.
Fonte: Portal Imprensa

março 18, 2011 Posted by | Noticias | , , | Deixe um comentário

   

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